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Para o planejamento das atividades de integração dos sistemas, é importante elencar algumas características que, analisadas, serão úteis para determinar a melhor abordagem para processo de integração.

 

1 - Quantidade de componentes ou subsistemas

A complexidade do sistema a ser integrado tem uma relação direta à quantidade de componentes e à quantidade de subsistemas os quais irão compor o sistema.  É importante que se faça um levantamento destes e de suas características particulares e interfaces próprias.

2 - Quantidade de interfaces e interações

 Um outro item que tem relação direta com a complexidade do sistema é a quantidade de interfaces e interações entre os componentes e subsistemas.  

3  - Classificação das Interfaces como padronizadas ou despadronizadas.

A presença de interfaces e interações padronizadas é um facilitador num processo de integração.  Do contrário,  Integrações de sistemas com muitas despadronizações aumentam a dificuldade e o risco do processo de integração. 

4 - A presença de interações conhecidas ou desconhecidas.

 Muitas vezes interfaces secundárias entre sistemas podem se tornar uma grande dor de cabeça no processo de integração.  A presença dessas interfaces é muito conhecida na integração eletromagnética.  Outras área também podem sofrer com interfaces indesejadas, como compartilhamento de recursos computacionais entre diversos aplicativos.

5 - Nível Complexidade geral

É um dado secundário derivado da quantidade de componentes ou subsistemas e suas interações.  A complexidade geral sobe numa taxa que pode chegar ao quadrado do número de componentes ou subsistemas.

6 - Nível de conhecimento para a tarefa

A dificuldade técnica será inversamente proporcional ao domínio técnico do executor da tarefa.   Em sistemas com alta dificuldade técnica a alocação de profissionais não qualificados pode levar a um tempo infinito para a execução da tarefa.

7 - Maturidade do conhecimento e processos necessário à execução tarefa de integração

 A maturidade do conhecimento é um facilitador pois vai diminuir a quantidade de interações e retrabalhos.

8 - Confiabilidade final do sistema;

A maior parte dos sistemas exigem uma taxa de falha aceitável para a operação.  Quando as falhas do sistema incorrem em perdas como financeira, humana, meio ambiente, segurança, etc.  é necessário tomar cuidados específicos no projeto.  Esse cuidado muitas vezes pode aumentar a complexidade da tarefa, seu custo e risco associados.

9 - Maturidade dos processos;

 Muitos sistemas são desenvolvidos em ambientes os quais já provém um processo adequado à sua execução.  Processos maduros de desenvolvimento diminuem o risco e o custo.

10 - Tamanho da equipe e sua comunicação;

A dificuldade da comunicação é diretamente proporcional ao tamanho da equipe de integração.  Dificuldades como co-localização, língua, aspectos culturais devem ser levados em consideração.

11 - Detalhes relativos à segurança ( saúde, dados, militar, estado, etc);

 Qualquer aspecto relativo a integridade física das pessoas envolvidas, ambientais, segurança de dados, informações, segurança militar e de governo são aspectos que devem ser levados em consideração.

12 - Necessidades de processos e conhecimentos novos

Em algumas atividades de integração, em que existem a necessidade de desenvolvimento de processos novos e de tecnologias, a dificuldade técnica pode aumentar em muito o custo e o risco do projeto.  Deve ser dada uma atenção especial no caso da presença desses elementos.